O charme da escrita na era digital.

Sabe aquela pessoa apegada à tudo que remete ao clássico e adora papel e caneta? Sou eu. Apesar de todas as facilidade da tecnologia e até das questões ambientais que torna o uso do papel cada vez mais dispensável, confesso que sou daquelas que amam escrever em um papel bonito, e se for com uma caneta boa e clássica, o prazer é ainda maior.
Uma das coisas que a tecnologia ainda não pôde extinguir totalmente (sim pois as senhas são assinaturas digitais), é a assinatura personalizada, que continua dando o poder de avalizar a vontade de cada um de fazer algo, ou dizer algo. Ao lançarmos uma assinatura em um dado documento, contrato ou mesmo em um simples cartão, estamos certificando através de nossa marca pessoal, que aquilo que está reproduzido no documento ou no papel, é fruto de nossa vontade ou de nossos pensamentos. Ao fazermos isto, tornamos aquele momento marcante pelos efeitos que resultam.
Quando escrevemos ou assinamos algo que demanda uma certa formalidade ou protocolo, nada mais elegante que inserirmos nossa marca por meio de uma caneta especial. É uma forma de dizermos que de fato nossa assinatura é valiosa e que o dado momento, exige o trato correspondente.
Eu sempre quis ter uma dessas canetas clássicas, Cartier ou Montblanc, mas por anos tive um certo pudor em gastar as cifras exigidas para tal aquisição. Outras prioridades sempre deixaram esta "meta" para segundo plano. Fui me contentando com outras marcas mais acessíveis, e que me valerem também excelentes experiências.
A primeira caneta mais formal que adquirí foi uma Sheaffer, como a que está no slide acima, e que valeu por muitos anos. De excelente qualidade, com custo relativamente baixo, inclusive de manutenção, certamente presentearia alguém com uma dessas. Acredito que agradaria.
No meu aniversário este ano (2017), uma amiga querida me presenteou com uma caneta Swarovisk que me encantou por ser feminina, ter uma ótima escrita, e claro, linda! O design da caneta é prático e cabe até em carteiras. Ótima para o dia à dia.
Mas confesso que minha paixão é a minha Montblanc Princesse Grace de Mônaco. A branquinha aí do slide. Essa faz meu coração bater. Ela é uma jóia e faz jus à princesa que homenageia. Eu que sempre fui fã de ícones como a princesa Grace Kelly, sinto como se algo me ligasse à ela. Imagina, que bobagem! Isso certamente é um golpe estratégico de marketing, mas me pegou em cheio (risos). A caneta vem numa caixa imponente, que realmente te faz lembrar aquelas caixas que ao abrir, revelam um esplêndido colar de diamantes. Além de um design lindo e clássico e aquela escrita macia que faz a marca ser realmente um objeto de desejo.
Presenteei meu marido com a caneta da coleção JFK porque acredito que seja um modelo clássico, forte e masculino com elegância. Ele adorou.
Enfim, acho que ainda hoje uma boa caneta para usarmos em uma situação especial, ou mesmo no dia à dia, dependendo da profissão que se tenha, é sempre um diferencial e algo que pode fazer o momento, ainda melhor, e as vezes, se for um modelo clássico e valioso, podemos ter pela vida toda, e deixamos para nossos filhos. Pode ser um ótimo investimento!
Lisi!

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